Sei que não escrevo nada de jeito (mais do que uma frase ou duas) há bastante tempo e sei que por causa disso não tens vindo cá cuscar de maneira quase automática, como dantes fazias... Desculpa-me por tal.
A verdade, é que não há muito que não te diga pessoalmente. Tenho uma enorme necessidade de partilhar contigo o que sinto, de dizer que te amo, que me fazes feliz, de dizer que, independentemente do tempo que tem a nossa relação, sei que é contigo que vou partilhar a minha vida e que é isso o que mais quero no mundo.
Enquanto voltava a Braga, pensava nisto, pensava na capacidade que tens de me fazer sentir completa. E em como sempre soube (senti, pensei, quis... sei lá! De alguma maneira sabia-o) que seria contigo que iria viver este amor tão espectacular, este amor que dá valor aos meus dias, que era contigo com quem tinha de estar. Porque eras tu quem despertava a parte mais mágica de mim, a parte mais artística, a parte mais pura... Quem despertava a Ana que amas, a Ana que sou.
E sei que me dizes que não tenho de te agradecer por nada, mas, meu amor, tenho. Tenho mesmo! Sem ti, seria impossível alcançar o maior desejo que sempre tive: o desejo de amar, de ser amada. Tu fazes-me muito, mas muito, mas mesmo muito, feliz. Fazes de mim algo que nunca esperei ser, algo muito melhor daquilo que sou por mim.
E é por isto que sinto saudades tuas já! Parece impossível, mas não consigo aguentar mais de 5 minutos longe de ti, sem ficar com uma enorme vontade de correr para o pé de ti. És um monstrinho enfeitiçador que me deixa maluquinha. Eu amo-te, eu preciso de ti...
É tão bom.

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